quinta-feira, 4 de abril de 2013



O Grande Desconhecido


Atormentada novamente pelo que penso em ser humana,
A tragédia novamente se torna a pior das dores, cuja uma espada
Não poderá dar medo a esse ser desconhecido,
A dadiva divina que me foi concebida como ser humano
é o que nos torna frágeis e inútil
O ser desconhecido é o Amor.
Ninguém o decifrou, Apenas a dor ele causa
O medo vem e consome nossa vida, para que possamos desvendar qualquer pensamento lógico e humano, Tenho medo de ser atormentada por este amor,
Diferente me sinto, eu sinto, o amor
Não quero senti-lo não preciso dele, e ele não precisa de mim,
Não persista ó amor trágico, amor, você esta me machucando,
Não quero senti-lo outra vez, Não sei se posso aguentar tal ilusão desnecessária em minha vida
Não percebe o que faz com minha vida?
Sou fragiu por sentir tal idiotice que consome todos neste mundo
Quero poder não amar aquele que não me ama.
Quero poder esquecer, Aquele que me esqueceu.
Quero poder descobrir, Aquele que me descobriu,
Um dia quem sabe o amor não chegue até mim. Eu vou estar pronta,
Vou esperar por ele e vou manda-lo embora assim que possível.
Amar? Pra que? Você só vai se machucar.
Meu desconhecido tem-se um nome agora.
O amor, lindo e puro amor, não te quero jamais
.

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